segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016
terça-feira, 17 de novembro de 2015
segunda-feira, 31 de agosto de 2015
segunda-feira, 24 de agosto de 2015
sexta-feira, 31 de julho de 2015
POLINÔMIOS
No 3º Bimestre da 3ª Série do Ensino Médio será trabalhado Polinômios:
Equação Polinomial
Relação de Girard:
Para exemplificar o conteúdo segue os slides e um livro sobre o conteúdo: Clique no link para fazer o download do Material de estudo:
Livro sobre Polinômios - Material Completo sobre Polinômios;
Polinômios I - Slide;
Polinômio II - Slide;
COMPETÊNCIAS
ü Permitir
que o aluno traduza e generalize padrões aritméticos, estabeleça relações entre
grandezas variáveis, compreenda e utilize diversos significados do uso da simbologia
em situações novas e, muitas vezes, inesperadas, bem como serva de ferramenta
para resolver problemas que tenham aplicações diretas.
HABILIDADES
ü Estabelecer
e aplicar relações entre coeficientes e raízes de polinômios.
ü Efetuar
operações (adição, subtração, multiplicação e divisão) de polinômios.
ü Determinar
as raízes de uma equação algébrica, bem como as suas multiplicidades.
ü Relacionar
o estudo de polinômios e equações polinomiais com o estudo de funções.
ü Aplicar
os teoremas do resto e de D’Alembert, o dispositivo de BriottRuffini, o teorema
fundamental da álgebra e as relações de Girard.
ü Escrever
uma equação para representar uma relação entre duas variáveis.
ü Escrever
uma sentença, dada uma equação linear simples, em duas variáveis (forma pictórica).
CONTEÚDOS
Polinômios:
ü Função
Polinomial
ü Operações
com Polinômio
ü Teorema
do Resto
ü Teorema
de D’ Alembert
ü Algoritmo
de BriotRuffini
ü Raízes
de uma Equação Polinomial
ü Soma
e/ou Produto das Raízes de uma Equação Polinomial
ü Equações
Algébricas:
ü Raiz
ou zero da equação
ü Teorema
ü fundamental
da álgebra
ü Teorema
da decomposição
ü Multiplicidade
de uma raiz
ü Raízes nulas
e complexas
sexta-feira, 26 de junho de 2015
segunda-feira, 25 de maio de 2015
Condição de Alinhamento de três pontos
Três pontos estão
alinhados se, e somente se, pertencerem à mesma reta.
Para verificarmos se
os pontos estão alinhados, podemos utilizar a construção gráfica determinando
os pontos de acordo com suas coordenadas posicionais. Outra forma de determinar
o alinhamento dos pontos é através do cálculo do determinante pela regra de Sarrus
envolvendo a matriz das coordenadas.
Exemplo 1. Verifique se os pontos A(5, 5), B(1, 3) e C(0,
5) estão alinhados.
Solução: devemos fazer
o cálculo do determinante das coordenadas dos pontos A, B e C e verificar se o
resultado é igual a zero.
Exemplo 2. Dados os pontos A (2, 5), B (3, 7) e C (5, 11), vamos determinar se estão alinhados.
Somatório diagonal principal – Somatório diagonal secundária
(14 + 25 + 33) – (35 + 22 + 15)
72 – 72 = 0
Os pontos somente estarão alinhados se o determinante da matriz quadrada calculado pela regra de Sarrus for igual a 0.
Equação geral da Reta
Para determinarmos a equação geral de uma reta utilizamos os conceitos relacionados a matrizes. Na determinação da equação na forma ax + by + c = 0 aplicamos a regra de Sarrus utilizada na obtenção do discriminante de uma matriz quadrada de ordem 3 x 3. Para utilizarmos uma matriz nessa determinação da equação geral devemos ter no mínimo dois pares ordenados (x,y) dos possíveis pontos alinhados, por onde a reta irá passar. Observe a matriz geral da determinação da equação geral:


Para determinarmos a equação geral de uma reta utilizamos os conceitos relacionados a matrizes. Na determinação da equação na forma ax + by + c = 0 aplicamos a regra de Sarrus utilizada na obtenção do discriminante de uma matriz quadrada de ordem 3 x 3. Para utilizarmos uma matriz nessa determinação da equação geral devemos ter no mínimo dois pares ordenados (x,y) dos possíveis pontos alinhados, por onde a reta irá passar. Observe a matriz geral da determinação da equação geral:
Vamos considerar o
ponto genérico P(x, y), pertencente à reta s que passa pelos pontos A(–1, 6) e
B(2, –3). Observe a matriz construída com as coordenadas oferecidas:
Diagonal principal
x * (–6) * 1 = 6x
y * 1 * 2 = 2y
1 * (–1) * (–3) = 3
Diagonal secundária
1* 6 * 2 = 12
x * 1 * (–3) = –3x
y * (–1) * 1 = –y
(6x + 2y + 3) – (12 –
3x – y) = 0
6x + 2y + 3 – 12 +
3x + y = 0
9x + 3y – 9 = 0 (dividindo a equação por 3)
3x + y – 3 = 0
quarta-feira, 4 de março de 2015
ESTUDO DE GRÁFICOS
Objetivo(s)
- Estudar conceitos de estatística, em especial leitura e interpretação de gráficos;
- Desenvolver competências para criar uma visão global do tema
Conteúdo(s)
- Estatística
- Leitura e interpretação de gráficos
Para facilitar o entendimento do assunto segue abaixo alguns links com exercícios online sobre gráficos:
Bons Estudos!
sexta-feira, 8 de agosto de 2014
AULA DE FÍSICA - CINEMÁTICA
CINEMÁTICA
Objeto Educacional de Física
Fonte: Só Física
Velocidade
A
velocidade de um corpo é dada pela relação entre o deslocamento de um corpo em
determinado tempo. Pode ser considerada a grandeza que mede o quão rápido um
corpo se desloca.
A análise
da velocidade se divide em dois principais tópicos: Velocidade Média e
Velocidade Instantânea. É considerada uma grandeza vetorial, ou seja, tem um
módulo (valor numérico), uma direção (Ex.: vertical, horizontal,...) e um
sentido (Ex.: para frente, para cima, ...). Porém, para problemas elementares,
onde há deslocamento apenas em uma direção, o chamado movimento unidimensional,
convém tratá-la como um grandeza escalar (com apenar valor numérico).
As
unidades de velocidade comumente adotadas são:
m/s
(metro por segundo);
km/h
(quilômetro por hora);
No
Sistema Internacional (S.I.), a unidade padrão de velocidade é o m/s.
Por isso, é importante saber efetuar a conversão entre o km/h e o m/s,
que é dada pela seguinte relação:
A partir
daí, é possível extrair o seguinte fator de conversão:
Velocidade
Média
Indica o
quão rápido um objeto se desloca em um intervalo de tempo médio e é dada pela
seguinte razão:
Onde:
Por
exemplo:
Um carro se desloca de Florianópolis – SC a Curitiba – PR. Sabendo que a distância entre as duas cidades é de 300 km e que o percurso iniciou as 7 horas e terminou ao meio dia, calcule a velocidade média do carro durante a viagem:
Um carro se desloca de Florianópolis – SC a Curitiba – PR. Sabendo que a distância entre as duas cidades é de 300 km e que o percurso iniciou as 7 horas e terminou ao meio dia, calcule a velocidade média do carro durante a viagem:
E que:
Então:
Mas, se
você quiser saber qual a velocidade em m/s, basta dividir este resultado
por 3,6 e terá:
Velocidade
Instantânea
Sabendo o
conceito de velocidade média, você pode se perguntar: “Mas o automóvel precisa
andar todo o percurso a uma velocidade de 60km/h?”
A
resposta é não, pois a velocidade média calcula a média da velocidade durante o
percurso (embora não seja uma média ponderada, como por exemplo, as médias de
uma prova).
Então, a
velocidade que o velocímetro do carro mostra é a Velocidade Instantânea do
carro, ou seja, a velocidade que o carro está no exato momento em que se olha
para o velocímetro.
A
velocidade instantânea de um móvel será encontrada quando se considerar um
intervalo de tempo (
) infinitamente pequeno, ou seja,
quando o intervalo de tempo tender a zero (
).
|
Saiba
mais:
Para realizar o cálculo de velocidade instantânea, os seja, quando o intervalo de tempo for muito próximo a zero, usa-se um cálculo de derivada: Derivando a equação do deslocamento em movimento uniformemente acelerado em função do tempo:
Para um
maior estudo sobre cálculo de derivadas acesse:
http://www.somatematica.com.br/superior.php |
Movimento
Uniforme
Quando um
móvel se desloca com uma velocidade constante, diz-se que este móvel está em um
movimento uniforme (MU). Particularmente, no caso em que ele se desloca
com uma velocidade constante em trajetória reta, tem-se um movimento retilíneo
uniforme.
Uma
observação importante é que, ao se deslocar com uma velocidade constante, a
velocidade instantânea deste corpo será igual à velocidade média, pois não
haverá variação na velocidade em nenhum momento do percurso.
A equação
horária do espaço pode ser demonstrada a partir da fórmula de velocidade média.
Por
exemplo:
Um tiro é disparado contra um alvo preso a uma grande parede capaz de refletir o som. O eco do disparo é ouvido 2,5 segundos depois do momento do golpe. Considerando a velocidade do som 340m/s, qual deve ser a distância entre o atirador e a parede?
Um tiro é disparado contra um alvo preso a uma grande parede capaz de refletir o som. O eco do disparo é ouvido 2,5 segundos depois do momento do golpe. Considerando a velocidade do som 340m/s, qual deve ser a distância entre o atirador e a parede?
Aplicando
a equação horária do espaço, teremos:
É
importante não confundir o s que simboliza o deslocamento do s
que significa segundo. Este é uma unidade de tempo. Para que haja essa
diferenciação, no problema foram usados: S (para deslocamento) e s
(para segundo).
|
Saiba
mais...
Por convenção, definimos que, quando um corpo se desloca em um sentido que coincide com a orientação da trajetória, ou seja, para frente, então ele terá uma v>0 e um |
Diagrama
s x t
Existem
diversas maneiras de se representar o deslocamento em função do tempo. Uma
delas é por meio de gráficos, chamados diagramas deslocamento versus
tempo (s x t). No exemplo a seguir, temos um diagrama que mostra um
movimento retrógrado:
Analisando
o gráfico, é possível extrair dados que deverão ajudar na resolução dos
problemas:
|
S
|
50m
|
20m
|
-10m
|
|
T
|
0s
|
1s
|
2s
|
Sabemos
então que a posição inicial será a posição
= 50m quando o tempo for igual a zero. Também sabemos que a
posição final s=-10m se dará quando t=2s. A partir daí, fica
fácil utilizar a equação horária do espaço e encontrar a velocidade do corpo:
|
Saiba
mais:
A velocidade será numericamente igual à tangente do ângulo formado em relação à reta onde está situada, desde que a trajetória seja retilínea uniforme. |
Diagrama
v x t
Em um
movimento uniforme, a velocidade se mantém igual no decorrer do tempo. Portanto
seu gráfico é expresso por uma reta:
Dado este
diagrama, uma forma de determinar o deslocamento do móvel é calcular a área sob
a reta compreendida no intervalo de tempo considerado.
Velocidade
Relativa
É a
velocidade de um móvel relativa a outro.
Por
exemplo:
Considere dois trens andando com velocidades uniformes e que
. A velocidade relativa será dada
se considerarmos que um dos trens (trem 1) está parado e o outro (trem 2) está
se deslocando. Ou seja, seu módulo será dado por
.
Considere dois trens andando com velocidades uniformes e que
Generalizando,
podemos dizer que a velocidade relativa é a velocidade de um móvel em relação a
um outro móvel referencial.
Movimento
Uniformemente Variado
Também
conhecido como movimento acelerado, consiste em um movimento onde há variação
de velocidade, ou seja, o móvel sofre aceleração à medida que o tempo passa.
Mas se
essa variação de velocidade for sempre igual em intervalos de tempo iguais,
então dizemos que este é um Movimento Uniformemente Variado (também chamado de
Movimento Uniformemente Acelerado), ou seja, que tem aceleração constante e
diferente de zero.
O
conceito físico de aceleração, difere um pouco do conceito que se tem no
cotidiano. Na física, acelerar significa basicamente mudar de velocidade, tanto
tornando-a maior, como também menor. Já no cotidiano, quando pensamos em
acelerar algo, estamos nos referindo a um aumento na velocidade.
O
conceito formal de aceleração é: a taxa de variação de velocidade numa unidade
de tempo, então como unidade teremos:
Aceleração
Assim
como para a velocidade, podemos definir uma aceleração média se
considerarmos a variação de velocidade
em um intervalo de tempo
, e esta média será dada pela
razão:
Velocidade
em função do tempo
No
entanto, quando este intervalo de tempo for infinitamente pequeno, ou seja,
, tem-se a aceleração
instantânea do móvel.
Isolando-se o
:
Mas sabemos que:
Então:
Entretanto,
se considerarmos
, teremos a função horária da
velocidade do Movimento Uniformemente Variado, que descreve a velocidade em
função do tempo [v=f(t)]:
Posição
em função do tempo
A melhor
forma de demonstrar esta função é através do diagrama velocidade versus
tempo (v x t) no movimento uniformemente variado.
O
deslocamento será dado pela área sob a reta da velocidade, ou seja, a área do
trapézio.
Onde sabemos que:
logo:
ou
Interpretando
esta função, podemos dizer que seu gráfico será uma parábola, pois é resultado
de uma função do segundo grau.
Equação
de Torricelli
Até
agora, conhecemos duas equações do movimento uniformemente variado, que nos
permitem associar velocidade ou deslocamento com o tempo gasto. Torna-se
prático encontrar uma função na qual seja possível conhecer a velocidade de um
móvel sem que o tempo seja conhecido.
Para
isso, usaremos as duas funções horárias que já conhecemos:
(1) 
(2) 
Isolando-se
t em (1):
Substituindo
t em (2) teremos:
Reduzindo-se
a um denominador comum:
Exemplo:
(UFPE)
Uma bala que se move a uma velocidade escalar de 200m/s, ao penetrar em um
bloco de madeira fixo sobre um muro, é desacelerada até parar. Qual o tempo que
a bala levou em movimento dentro do bloco, se a distância total percorrida em
seu interior foi igual a 10cm?
Apesar de
o problema pedir o tempo que a bala levou, para qualquer uma das funções
horárias, precisamos ter a aceleração, para calculá-la usa-se a Equação de
Torricelli.
Observe
que as unidades foram passadas para o SI (10cm=0,1m)
A partir
daí, é possível calcular o tempo gasto:
Movimento
Vertical
Se
largarmos uma pena e uma pedra de uma mesma altura, observamos que a pedra
chegará antes ao chão.
Por isso,
pensamos que quanto mais pesado for o corpo, mais rápido ele cairá. Porém, se
colocarmos a pedra e a pena em um tubo sem ar (vácuo), observaremos que ambos
os objetos levam o mesmo tempo para cair.
Assim,
concluímos que, se desprezarmos a resistência do ar, todos os corpos,
independente de massa ou formato, cairão com uma aceleração constante: a
aceleração da Gravidade.
Quando um
corpo é lançado nas proximidades da Terra, fica então, sujeito à gravidade, que
é orientada sempre na vertical, em direção ao centro do planeta.
O valor
da gravidade (g) varia de acordo com a latitude e a altitude do local, mas
durante fenômenos de curta duração, é tomado como constante e seu valor médio
no nível do mar é:
g=9,80665m/s²
No
entanto, como um bom arredondamento, podemos usar sem muita perda nos valores:
g=10m/s²
Lançamento
Vertical
Um
arremesso de um corpo, com velocidade inicial na direção vertical, recebe o
nome de Lançamento Vertical.
Sua
trajetória é retilínea e vertical, e, devido à gravidade, o movimento
classifica-se com Uniformemente Variado.
As
funções que regem o lançamento vertical, portanto, são as mesmas do movimento
uniformemente variado, revistas com o referencial vertical (h), onde
antes era horizontal (S) e com aceleração da gravidade (g).
Sendo que
g é positivo ou negativo, dependendo da direção do movimento:
Lançamento
Vertical para Cima
g é
negativo
Como a
gravidade aponta sempre para baixo, quando jogamos algo para cima, o movimento
será acelerado negativamente, até parar em um ponto, o qual chamamos Altura
Máxima.
Lançamento
Vertical para Baixo
g é
positivo
No
lançamento vertical para baixo, tanto a gravidade como o deslocamento apontam
para baixo. Logo, o movimento é acelerado positivamente. Recebe também o nome
de queda livre.
Exemplo
Uma bola
de futebol é chutada para cima com velocidade igual a 20m/s.
(a) Calcule quanto tempo a bola vai demorar para retornar ao solo.
(b) Qual a altura máxima atingida pela bola? Dado g=10m/s².
(a) Calcule quanto tempo a bola vai demorar para retornar ao solo.
(b) Qual a altura máxima atingida pela bola? Dado g=10m/s².
(a)
Neste
exemplo, o movimento é uma combinação de um lançamento vertical para cima + um
lançamento vertical para baixo (que neste caso também pode ser chamado de queda
livre). Então, o mais indicado é calcularmos por partes:
Movimento
para cima:
Movimento
para baixo:
Como não
estamos considerando a resistência do ar, a velocidade final será igual à
velocidade com que a bola foi lançada.
Observamos,
então, que nesta situação, onde a resistência do ar é desprezada, o tempo de
subida é igual ao de decida.
(b)
Sabendo o
tempo da subida e a velocidade de lançamento, podemos utilizar a função horária
do deslocamento, ou então utilizar a Equação de Torricelli.
Lembre-se
de que estamos considerando apenas a subida, então t=2s
ou
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